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sábado, 4 de outubro de 2014

O Movimento - Introdução ao Estudo da Física

Uma das primeiras conclusões a que se chega quando começamos a estudar astrofísica é que tudo no Universo está em movimento.
A Lua que se move em redor de si mesma e em redor da Terra, que por sua vez também se move em redor de si mesma e do Sol, o Sol sobre si e sobre o centro da galáxia, etc.
A primeira lição é portanto que tudo está em movimento, os humanos têm apenas dificuldade em se aperceber deste movimento devido ao facto de a nossa espécie, tal como todas as outras, está habituada a tudo isto. 
Mas, o que é movimento?

Em física é dito que um corpo está em movimento quando a sua posição varia no decorrer do tempo, em relação a outro corpo que tomamos por referencial.
O exemplo mais comum dado para esta definição é justamente a do comboio em movimento:
Numa viagem de comboio os passageiros estão em repouso em relação ao comboio - referencial - mas estão em movimento em relação a uma casa que encontram ao longo da linha férrea - segundo referencial.
O estado de movimento ou de repouso de um corpo são portanto relativos por dependerem de um referencial escolhido.

Quando um corpo está em movimento em relação a um determinado referencial ele descreve uma trajectória. A trajectória é, então, uma linha imaginária descrita por um corpo no seu movimento, relativamente a um dado referencial.
As trajectórias podem ser rectilíneas ou curvilíneas, das quais circulares, elípticas, parabólicas, etc.
A forma de uma trajectória depende também ela do referencial escolhido.

À direita, as trajectórias mais famosas do Sistema Solar, o movimento dos planetas em redor do Sol.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Dendera: Desmitificando as lâmpadas do Faraó

por Frank Doernenburg, original em ‘Mysteries of the Past

Os Faraós usaram lâmpadas eléctricas durante a construção de suas tumbas? Há, segundo alegam alguns, evidência para tal.

Em primeiro lugar há algo faltando: Fuligem.
Em nenhum dos aproximadamente 400 sistemas subterrâneos de túmulos podemos encontrar qualquer traço de fuligem, embora os túneis e câmaras tenham sido escavados com precisão na pedra e frequentemente tenham sido pintados de forma bem artística. As lamparinas disponíveis aos egípcios – velas, tochas, lamparinas a óleo – deixariam fuligem de forma inevitável. Então como os egípcios iluminaram tudo?

Uma explicação possível vem de um artefacto achado 100km a leste, onde hoje está o Iraque: Um pote com um estranho conteúdo. Um cilindro de cobre, selado com betume até a abertura, contendo um bastonete de ferro corroído bem no meio do cilindro. Desde o começo em 1936 o escavador estava certo: Este é um dispositivo galvânico, uma bateria. De fato, tentativas de reconstrução mostraram que é possível produzir electricidade com ele.

DENDTEMP fortianismo

O último pedaço de evidência entretanto é o desenho em relevo de um estranho objecto, que pode ser achado em uma caverna subterrânea abaixo do templo de Hathor em Dendera, Egipto. Algumas imagens mostram dispositivos como bulbos, dentro dos quais dois pequenos braços se estendem antes do extremo largo e redondo. Estes braços são apoiados por uma coluna que se parece muito com um isolante de alta voltagem moderno. No extremo fino, entretanto, há algo como um cabo dentro do bulbo de vidro. Dele pode ser vista saindo e quase alcançando os braços na outra extremidade uma cobra, flutuando no ar. Todo o arranjo tem uma semelhança incrível com uma lâmpada eléctrica.


Seria esta a prova? Os egípcios conheciam lâmpadas eléctricas? Caso afirmativo, de onde eles aprenderam o princípio? Será que eles inventaram por si mesmos ou alguém lhes ensinou?

sábado, 25 de janeiro de 2014

O que é, na realidade, uma Teoria Cientifica?

O uso da palavra 'teoria' é bastante usada para desvalorizar conceitos como a gravidade, a evolução ou o Big Bang, principalmente por aqueles que por fanatismo se recusam a acreditar neles.
Há uma certa tendência às pessoas desprezarem determinado conhecimento científico quando este é antecedido pela palavra 'teoria'.
Mas, objectivamente, o que é, na realidade, uma Teoria Cientifica?

A confusão na nossa mente é gerada devido ao uso quotidiano da palavra teoria como um sinónimo de hipótese.
 Mas, no entanto, para a Ciência são coisas bastante diferentes.
 Primeiramente, vamos analisar o que dois dicionários de língua portuguesa nos dizem a respeito (Consideramos aqui apenas o significado filosófico da palavra para a Ciência):

domingo, 8 de dezembro de 2013

Isto é Matemática - T1 - Ep1

Reinventar a Roda

"Isto é Matemática", promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática, com produção e realização da SIGMA 3 e com apresentação de Rogério Martins, Matemático e Professor Universitário.

O "Isto é Matemática" pretende de uma forma simples e realista apresentar a forma como a Matemática nos rodeia em grande parte da nossa vida. 

No episódio de estreia o matemático Rogério Martins apresenta-nos "Reinventar a roda". Explica-lhe o porquê das tampas de esgoto serem circulares e mostra que uma roda pode bem não o ser. E Isto é Matemática.
Veja o episódio:

sábado, 7 de dezembro de 2013

Os Números (não) Mentem - Como a Matemática Pode Ser Usada Para Enganar - Charles Seife

Os números são, hoje em dia, uma das mais fáceis maneiras de persuadir alguém da veracidade de certo facto, mesmo que ele não seja verdadeiro. Estes tornaram-se, assim, o meio mais eficaz de desarmar os cépticos, confundir a imprensa e enganar o público em todo o género de assuntos desde de uma eleição duvidosa até uma tese que sem eles nos pareceria absurda.

Em "Os números (não) mentem" o jornalista e matemático Charles Seife revela como funciona esse perigoso mecanismo de persuasão.

Comentando com bom humor casos que não podem ser de facto provados – como a afirmação de que mulheres de quadris largos têm maior probabilidade de gerar filhos homens ou o fato de pessoas louras estarem sumindo do planeta –, Seife lança um alerta: ou aprendemos a lutar contra os argumentos enganadores, ou continuaremos vulneráveis a muitos males, entre eles a queda da democracia.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Razões pelas as quais...

Vejam apenas uma coisa que encontrei enquanto ia navegando pelo meu facebook:


Tradução:

Razões pelas quais em adoro a Matemática:

1 - Nunca muda;
2 - Há sempre mais para aprender;
3 - É comum a todas as línguas e culturas;
4 - Há uma resposta correta;
5 - Que pode ser atingida de várias maneiras;
6 - Só por si é espantosa;
7 - Mas pode ser aplicada a muitas coisas;
8 - É lógica;

9 - É o inverso da Arte; 
 Podem ver mais em:https://www.facebook.com/pages/Matematica-Sala-de-Estudo
Ou em  https://www.facebook.com/DesafiosMatematicos
 Tendo este último um site apenas dedicado à educação matemática: https://sites.google.com/site/desmatematicos/ 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

E isto...


 E isto é matemática... é um programa televisivo extremamente interessante. 

 Pelas palavras do apresentador Rogério Martins :
"A matemática vai muito para além dos números e das equações. A matemática são ideias. Ela acontece sempre que há um padrão... Sempre que algo se repete... no seu quotidiano, nas ruas, no trânsito.
São ideias que se materializam em todos os objectos que alguma vez observou... e talvez nunca tenha dado conta.
A matemática é vida. A sua vida... e a minha.
Sou o Rogério Martins... e sou matemático."

Um curto  programa onde se explica a Matemática de uma forma simples e divertida.
É bom saber que existem programas de divulgação cientifica, esperemos que cada vez possam haver mais.Pelo que este é um dos que merece todo o nosso apoio pela divulgação feita nesta área.
Toda a série está disponível no you tube normalmente a partir de 2ª feira. 
 Isto é Matemática  dá aos Sábados, 20:50 - SIC Notícias.
Até lá divirtam-se com o Ep.1 da T.2:


http://www.youtube.com/watch?v=yFhhkxWUqQc&feature=youtu.be