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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

James Randi e a luta contra a pseudociência

James Randi é dos maiores combatentes contra a pseudociência, o mito, a mentira e aldrabice no geral. Desafiando aqueles que usam a ciência para mentir e enganar, o mágico (reformado) estadunidense de 86 anos não tem medo de nada, nem ninguém.

Fundador da James Randi Educacional Foundation (Fundação James Randi para a Educação) foi ele também um mágico até há idade de 60 anos, usando o nome de Amazing Randi, afirmando sempre que o que o público estava a presenciar era um truque e não um fruto de poderes sobrenaturais, particiona o Desafio Sobrenatural de Um Milhão de Dólares que dá 1 milhão de $ à pessoa que conseguir provar num ambiente com condições estudadas conseguir provar ter poderes ou ter evidência de poderes sobrenaturais. É claro que nunca ninguém tomou o prémio.

Hoje, Randi percorre o Mundo desmascarando charlatães que se aproveitam de mentes mais humildes usando métodos científicos.

domingo, 17 de agosto de 2014

O Mito de que usamos apenas 10% do Cérebro

O Mito já dura há mais de um século, tornou-se base de toda uma lenda urbana que por várias vezes foi espalhada por revistas, séries de televisão e -claro- a Internet. Mas agora um novo bombardeio de falso conhecimento atingirá famílias por todo o Mundo com a estreia do filme 'Lucy' (imagem ao lado, trailers em inglês e português abaixo) que tem no papel de protagonistas Scarlett Johansson (nomeada para 4 globos de ouro) e Morgan Freeman (vencedor de 1 Óscar e apresentador do programa da Ciência "Through the Wormhole With Morgan Freeman" do Science Channel). Escrito e produzido por Luc Besson a sinopse do IMDb diz sobre o filme:
"Uma mulher apanhada acidentalmente num acordo desonesto, inverte a situação aos seus captores e transforma-se numa guerreira sem piedade que vai para além da lógica humana"
Os trailers abaixo dão ainda mais informação sobre este novo filme:

Trailer 1 - em Inglês

domingo, 9 de março de 2014

Educação Formal ou Informal?

Via Sociedade Racionalista: Texto Original

É provável que você tenha ouvido comentários como “A educação formal mata a criatividade” ou “As grandes mentes não tiveram educação formal“. É possível ainda que você tenha sido convencido sobre a verdade dessas afirmações e as tenha propagado por aí. Aqui pretendo mostrar o quão equivocado é este pensamento e como sua propagação é perniciosa.
Há tantos problemas com esse modo de pensar que é difícil decidir por onde começar a crítica. O primeiro grande erro é pensar que alguém se forma por conta própria, sem qualquer tipo de treinamento. Mesmo os aclamados autodidatas recebem alguma forma de treinamento em alguma fase da vida para aprimorar habilidades; caso contrário não avançam. O segundo problema, e talvez mais perverso, é o alinhamento com o mito do gênio. Muitas pessoas acham que as “grandes mentes” não tiveram educação formal e atribuem à educação formal a culpa pela falta de novos gênios. É fato que nossa educação deixa a desejar em muitos aspectos, especialmente no Brasil. Contudo, façamos uma análise compromissada sobre o assunto.

O Método Científico Nas Ciências Humanas e Sociais

Apesar da contribuição do pensador Auguste Comte para tornar o método científico mais abrangente, incluir o estudo do homem no campo das Ciências não ocorreu de maneira pacífica. Até hoje, ainda existe o debate sobre se as Ciências Sociais e Humanas podem mesmo ser consideradas Ciências, uma vez que não apresentam a mesma objectividade das Ciências Naturais. Wilhelm Dilthey (1833-1911) foi um dos estudiosos que defendeu uma autonomia metodológica das Ciências do Homem ou Ciências do Espírito, como chamava o filósofo, a partir de uma distinção entre explicar e compreender.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Baalbek: o Fim do Mistério

Ao norte de Damasco se estende o terraço de Baalbek: uma plataforma construída com enormes pedras, algumas das quais medem 20 metros de lado e pesam quase 2000 toneladas. Por que e como se construiu o terraço de Baalbek? Quem foram seus construtores? Até agora a arqueologia não pôde oferecer nenhuma explicação convincente. Contudo, o professor russo Agrest acredita ser possível que o terraço represente os restos de uma gigantesca pista de aterragem.
-Erich von Däniken – Lembranças do Futuro

O famoso terraço de Baalbek no vale de Beqa’a, Líbano, é uma das cartas fortes dos divulgadores da hipótese de “antigos astronautas”, segundo a qual em um passado longínquo, habitantes de outros mundos visitaram a Terra. Esses navegantes dos espaços interestelares teriam deixado como prova de sua passagem mitos dispersos e construções inexplicáveis.

A Lenda

Supostamente, o Grande Terraço de Baalbek é uma dessas construções que a arqueologia moderna, com todos os recursos de que dispõe, é incapaz de explicar. Ninguém sabe quem o edificou, nem quando, nem como. Um conjunto de templos da época romana foi construído entre os séculos I e III d.C. sobre ruínas gregas previas, e os edifícios gregos sobre outras ainda anteriores. O Grande Terraço é uma plataforma construída com as maiores pedras talhadas conhecidas, blocos megalíticos que foram cortados com grande precisão e colocados para formar fundamentos de 460.000 metros quadrados de superfície. Nesta plataforma se encontram os três colossais blocos conhecidos como o Trilithon, cada um dos quais mede quase 20 metros de comprimento, com uma altura de aproximadamente 4 metros e uma largura de 3. O peso de cada um desses monólitos monstruosos foi estimado entre mil e duas mil toneladas; são de granito vermelho, e foram extraídos da pedreira a mais de um quilometro de distância, vale abaixo em relação à construção. Não existe nenhum mecanismo na actualidade nem nenhuma tecnologia moderna capaz de mover seu grande peso e colocá-o precisamente nesse lugar. É ainda mais extraordinário o fato de que na pedreira exista um bloco ainda maior, conhecido pelos árabes como Hajar el Gouble, ou Pedra do Sul.

Naturalmente, com respeito a tudo isto, a ciência oficial permanece em um silêncio embaraçoso.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Dendera: Desmitificando as lâmpadas do Faraó

por Frank Doernenburg, original em ‘Mysteries of the Past‘

Os Faraós usaram lâmpadas eléctricas durante a construção de suas tumbas? Há, segundo alegam alguns, evidência para tal.

Em primeiro lugar há algo faltando: Fuligem.
Em nenhum dos aproximadamente 400 sistemas subterrâneos de túmulos podemos encontrar qualquer traço de fuligem, embora os túneis e câmaras tenham sido escavados com precisão na pedra e frequentemente tenham sido pintados de forma bem artística. As lamparinas disponíveis aos egípcios – velas, tochas, lamparinas a óleo – deixariam fuligem de forma inevitável. Então como os egípcios iluminaram tudo?

Uma explicação possível vem de um artefacto achado 100km a leste, onde hoje está o Iraque: Um pote com um estranho conteúdo. Um cilindro de cobre, selado com betume até a abertura, contendo um bastonete de ferro corroído bem no meio do cilindro. Desde o começo em 1936 o escavador estava certo: Este é um dispositivo galvânico, uma bateria. De fato, tentativas de reconstrução mostraram que é possível produzir electricidade com ele.

DENDTEMP fortianismo

O último pedaço de evidência entretanto é o desenho em relevo de um estranho objecto, que pode ser achado em uma caverna subterrânea abaixo do templo de Hathor em Dendera, Egipto. Algumas imagens mostram dispositivos como bulbos, dentro dos quais dois pequenos braços se estendem antes do extremo largo e redondo. Estes braços são apoiados por uma coluna que se parece muito com um isolante de alta voltagem moderno. No extremo fino, entretanto, há algo como um cabo dentro do bulbo de vidro. Dele pode ser vista saindo e quase alcançando os braços na outra extremidade uma cobra, flutuando no ar. Todo o arranjo tem uma semelhança incrível com uma lâmpada eléctrica.


Seria esta a prova? Os egípcios conheciam lâmpadas eléctricas? Caso afirmativo, de onde eles aprenderam o princípio? Será que eles inventaram por si mesmos ou alguém lhes ensinou?

sábado, 25 de janeiro de 2014

O que é, na realidade, uma Teoria Cientifica?

O uso da palavra 'teoria' é bastante usada para desvalorizar conceitos como a gravidade, a evolução ou o Big Bang, principalmente por aqueles que por fanatismo se recusam a acreditar neles.
Há uma certa tendência às pessoas desprezarem determinado conhecimento científico quando este é antecedido pela palavra 'teoria'.
Mas, objectivamente, o que é, na realidade, uma Teoria Cientifica?

A confusão na nossa mente é gerada devido ao uso quotidiano da palavra teoria como um sinónimo de hipótese.
 Mas, no entanto, para a Ciência são coisas bastante diferentes.
 Primeiramente, vamos analisar o que dois dicionários de língua portuguesa nos dizem a respeito (Consideramos aqui apenas o significado filosófico da palavra para a Ciência):

A Teoria Radical de um Neurocientista Sobre Como Redes se Tornam Conscientes

Circuitos neurais
[via: Wired & Sociedade Racionalista]

É uma pergunta que deixa os filósofos perplexos há séculos e os cientistas há décadas: de onde vem a consciência? Sabemos que existe, pelo menos em nós mesmos. Mas como ela emerge das reações eletroquímicas do nosso cérebro é um mistério não resolvido.
O Neurocientista Christof Koch, diretor científico do Instituto Allen de Ciências Cerebrais, acha que pode ter a resposta. De acordo com Koch, a consciência emerge em qualquer sistema de processamento de informação complexo o suficiente. Todos os animais, de humanos até minhocas, são conscientes; até a internet poderia ser. É simplesmente a forma como o universo funciona.

“A carga elétrica de um elétron não emerge de propriedades mais elementares. Ele simplesmente tem uma carga” diz Koch. “Da mesma forma, argumento que vivemos em um universo de espaço, tempo, massa, energia e consciência emergindo de sistemas complexos.”

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O livre-arbítrio pode não existir e você ser um escravo do seu cérebro

Você está agora a ler esta linha porque achou o assunto interessante e decidiu vir dar uma leitura, certo?

Não tenha tanta certeza disso: Muito antes de você decido realizar esse acto a sua mente já tinha tomado a decisão sozinha e sem lhe avisar.

Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neuro-ciência Computacional, em Berlim,
testou o que nós usualmente tendemos a chamar de livre-arbítrio: a capacidade que o Homem tem de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas os resultados demonstraram que esta poderá nem existir.

Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma sequência aleatória de letras.
Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão quando ela aparecesse.

 Mas quando se, monitorizava o cérebro dos voluntários via ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta impressionante: Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais eléctricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam as nossas tomadas de decisões.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Síndrome de Jerusalém


Conheça a doença que é conhecida como o Síndrome de Jerusalém  



sábado, 24 de agosto de 2013

Os três filtros de Sócrates


Os três filtros de Sócrates, como apresentados abaixo, são: A Verdade, a Bondade, e a Utilidade.
Imagem de: Nova Acrópole



terça-feira, 20 de agosto de 2013

De onde vêm a censura


Vejamos hoje os dois lados da censura de imagens, textos ou reportagens e de onde esta surgiu





segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Grafologia


Grafologia: é o estudo pseudo-cientifico que afirma que a escrita de uma pessoa é resultado da sua personalidade.





domingo, 18 de agosto de 2013

Hierarquia das Necessidades de Malow


Conheça a divisão das necessidades básicas pelo psicólogo Malow